PT e PSDB atrás de palanque

Protagonistas da eleição presidencial ainda têm inúmeros problemas para compor nos estados

Com palanques desarticulados nos principais colégios eleitorais do país, PSDB e PT dedicam este início de ano para desembaraçar os nós nos estados onde ainda não têm estrutura eleitoral definida para dar suporte a seus candidatos à Presidência da República em 2010. O objetivo é criar vitrines regionais robustas para a campanha e fechar a costura política até o mês de março.

Os tucanos se preocupam com Rio de Janeiro e Ceará. Do lado petista, o imbróglio está em São Paulo e em Minas Gerais, os maiores colégios eleitorais do país. Há ainda indefinição nos estados do Rio de Janeiro, Paraná e Maranhão.

O Rio é o principal motivo de dor de cabeça no PSDB. Havia dois anos que o nome era Fernando Gabeira (PV). O deputado prefere o Senado. Tucanos agora se dividem entre fabricar a candidatura de um parlamentar ou convencer o ex-prefeito César Maia (DEM) a “ir para o sacrifício”. O PT tem dois postulantes: o governador Sérgio Cabral (PMDB), apoiado por Lula, e o prefeito de Nova Iguaçu, Lindberg Farias (PT), que colocou o nome no páreo.

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