Candidato ao senado envolvido com trabalho escravo

Enviado por LilianArruda em ter, 12/09/2006 - 14:47. Presidente da Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro, Jorge Picciani está na relaçã...

Enviado por LilianArruda em ter, 12/09/2006 - 14:47.

Presidente da Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro, Jorge Picciani está na relação dos empregadores envolvidos com trabalho escravo desde 2004. Ação na fazenda Agrovás, de sua propriedade no Mato Grosso, libertou 39 trabalhadores rurais.

SÃO PAULO – Presidente da Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro, Jorge Sayed Picciani, do PMDB, é dono de uma empresa que consta da "lista suja" do trabalho escravo. Criada em novembro de 2003, a lista é elaborada pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e relaciona pessoas ou empresas flagradas ao explorar trabalhador em condições análogas à de escravo em suas propriedades rurais. Atualizada semestralmente, apresenta 178 nomes, incluindo os que foram retirados provisoriamente por decisão judicial. Entre os nomes listados, apenas Picciani está concorrendo a algum cargo eletivo este ano.

As denúncias contra Picciani vieram à tona há 20 dias, quando uma equipe do Ministério do Trabalho encontrou na fazenda Agrovas 39 trabalhadores sem alojamentos adequados, com pouca alimentação e vigiados por segurança armada. O maior problema, no entanto, foi a servidão por dívida.

http://www.torturanuncamais-rj.org.br/noticias.asp?Codnoticia=90&ecg=
http://observatoriosocial.org.br/conex2/?q=taxonomy/term/9&page=2
http://www.humanosdireitos.org/midia/2003/2003_07_picciani/2003_07_picciani.php

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  1. Assessoria de Imprensa do Picciani em nota oficialsegunda-feira, 08 fevereiro, 2010

    Mais: Picciani não responde a nenhuma ação referente a trabalho escravo ou a qualquer outro assunto. A denúncia feita ao TRF pela Procuradoria Geral da República não prosperou. O TRF enviou os autos para o TJ do Rio, que é o Forum competente. O TJ/RJ, por sua vez, enviou para o MP estadual, órgão responsável pela denúncia, que arquivou o assunto porque concluiu, diante do acordo firmado com o MP, que não havia razão para denunciar Picciani à Justiça.

    O caso do trabalho escravo já foi, portanto, resolvido tanto no âmbito do MP quanto da Justiça. É injusto, pois, que a Agrovás continue figurando na lista.

    Segue igualmente a nota publica em O Globo em janeiro de 2005, por ocasião da inclusão da Agrovás na lista suja do Ministério, quando todo o resumo da história é explicada.

    Quanto ao fato de o deputado Jorge Picciani ter conseguido ser eleito, sábio é o povo que escolhe seus representantes não pelo que dizem deles, mas pelo que eles realizaram. Se você quiser conhecer melhor a trajetória do deputado, sugiro visitar o site www.jorgepicciani.com.br.

    Desde já agredeço e me coloco à sua disposição. Reforço aqui este convite, já feito, para que vocês visitem a fazenda e possam mostrar os resultados do trabalho do MP três anos depois.

    Assessoria de Imprensa do Deputado Jorge Picciani
    Geiza Rocha"

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  2. ´´convite foi feito,olha so conhecer a fazenda agrovás,no pantanal os jacares devem estar famintos,vamos levar o choque-de-ordem para mato grosso´´...

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  3. É o corporativismo do Mal!

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  4. Esse tópico vem em boa hora.

    Está contecendo uma campanha contra o Trabalho Escravo nos dias de hoje. Vi comerciais na Globo falando disso.

    Devemos divulgar entre os que não gostam de política essa notícia pois mesmo não gostando de política, eles terão direito a voto e acabarão votando neste tipo de gente.

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