O poder do voto

Há tempos que a sociedade discute e critica os péssimos rumos da política nacional. Além de inúmeros escândalos, a corrupção está impregnada...

Há tempos que a sociedade discute e critica os péssimos rumos da política nacional. Além de inúmeros escândalos, a corrupção está impregnada em todas as esferas do poder público.

Poder esse que ainda deixa muito a desejar no trato com o povo, que ainda nos dias de hoje agoniza nas filas dos hospitais, vê suas crianças sem escola de qualidade, sobrevive em meio à insegurança e, pasmem, ainda sofre com a falta de saneamento básico em vários pontos do País, incluindo asgrandes cidades.

E o reflexo disso é, por um lado, uma descrença e desinteresse por boa parte das pessoas e, por outro, candidatos que representam com sua própria candidatura um manifesto debochado do eleitorado. Uma realidade que preocupa, principalmente por quem quer ser visto como uma nação séria e desenvolvida.

Em São Paulo, maior colégio eleitoral do País, o personagem Tiririca está figurando como um fenômeno das urnas, podendo receber 900 mil votos, segundo previsão do Ibope. Com o slogan “pior que está não fica”, Tiririca é um dos exemplos clássicos da atual percepção do povo em relação à política nacional.

Um protesto com a cara do brasileiro, mas perigoso, pois estamos elegendo não o síndico de um prédio, mas pessoas que terão o poder de conduzir o País. A menos de 10 dias do pleito, fica o convite para que todos possam refletir sobre o assunto e pesquisar com afinco os candidatos no intuito de fazer a melhor escolha.

Não a melhor para si, mas a de melhor qualidade e que represente, efetivamente, uma visão responsável ao bem coletivo. Precisamos entender o significado do voto, o poder que ele possui e as consequências que ele traz para toda a sociedade.

Marcos Espínola - Advogado criminalista
http://odia.terra.com.br/portal/conexaoleitor/html/2010/9/marcos_espinola_o_poder_do_voto_112394.html

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  1. Eleger um candidato é escolher um individuo para ser meu representante, para isso é preciso conheçer seu projeto político, seu passado e ter contato para depois podermos cobrar as promessas feitas no periodo de campanha.o problema é apos a eleição cobrarmos as promessasé dificil pois mts vezes esses "representantes" se negam a atender as reividicaçoes do povo.
    A população precisa adqurir mais conciencia politica e cobrar mais de seus representantes, pois a maioria dos canditatos so pensam em seus interesses deixando de lado as necessidades do povo sua tarefa é batalhar por melhores condiçoes no municipio, no Estado eu raramente vejo
    Estamos mais uma vez diante de uma eleição é preciso utilizarmos de sabedoria e perspicácia para não permitir que esse sistema se perpetue
    Povo de Itaguai não deixe a politica do Coronelismo vigorar mais uma vez em nossa cidade precisamos modificar esse sistema vigente.

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  2. Cada eleitor elege o seu governante individualmente. Pois ele vota em quem ele se identifica.

    Quem vota em Tiririca é um palhaço.
    Quem vota em analfabeto é um "burro".
    Quem vota em prostituta é um devasso(a).
    Quem vota em miliciano é um covarde.
    Quem vota em mensaleiros, sanguessugas e todo tipo de corruptos é tão bandido quanto os eleitos.

    O povo não vota errado por ignorância, vota errado por se identificar com o candidato.

    Pois se fosse por falta de conhecimento ou informação, ainda assim, o eleitor teria a opção de votar em "branco", caso ele não soubesse em quem votar.

    As piores figuras da política, serão as mais votadas.

    Se tivesse-mos bons eleitores(eleitores bons), teria-mos bons políticos.

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  3. Por: Maria Lúcia Barbosa.

    Como um todo nunca levamos à sério coisas sérias. O brasileiro é um piadista nato e seu humor lhe basta. A informalidade é nosso forte e a moralidade nunca o foi. À massa basta futebol, carnaval, cerveja, celular, TV a cabo e a felicidade comprada em 12 prestações em lojas de departamento. Valores como honra passam longe da percepção coletiva. (...)

    Brasileiro está acostumado a rir de sua própria desgraça e não tem complexo de vira-lata. Tem orgulho de ser vira-lata.

    Maria Lucia Victor Barbosa é socióloga.

    Texto completo:
    http://maluvibar.blogspot.com/

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