Veja intenções de voto à Presidência por sexo e região, segundo Datafolha

Na média nacional, Dilma tem 56% dos votos válidos, contra 44% de Serra. Instituto fez 4.066 entrevistas em 246 municípios nesta terça-feira...

Na média nacional, Dilma tem 56% dos votos válidos, contra 44% de Serra.
Instituto fez 4.066 entrevistas em 246 municípios nesta terça-feira (26).


O Datafolha divulgou na noite desta terça-feira (26) mais uma pesquisa de intenção de voto para a Presidência da República. Na média nacional, segundo o levantamento, a candidata petista Dilma Rousseff tem 56% dos votos válidos (que excluem brancos, nulos e indecisos), contra 44% do tucano José Serra, mesmos índices que os dois candidatos obtiveram no último levantamento, do dia 21 de outubro.

Nos votos totais (que contam brancos, nulos e indecisos), a petista tem 49%, e o tucano, 38%. Em branco, nulo e nenhum somaram 5%, não sabe, 8%. Na pesquisa anterior, Dilma tinha 50%, e Serra, 40%. Brancos, nulos e nenhum eram 4%, não sabe somavam 6%.

Além dos números gerais, o Datafolha também calculou o percentual alcançado pelos candidatos em segmentos do eleitorado como sexo e nas regiões do país. O quadro ao lado mostra as intenções de voto totais (que não incluem brancos, nulos e indecisos) de Dilma e Serra apuradas pelo instituto.

Eleitorado masculino e feminino
Entre os homens, Dilma foi de 55% das intenções de votos totais do levantamento anterior para 53% agora. Serra passou de 38% da pesquisa do último dia 21 para 37% no levantamento desta terça.

Entre as mulheres, Dilma passou de 45% para 46%, e Serra, de 41% para 39%.

Por região
No Norte/Centro-Oeste, Dilma foi de 49% dos votos totais, apurados no levantamento de 21 de outubro, para 47%, e Serra foi de 42% da pesquisa anterior para 43%.

No Sudeste, Dilma manteve no levantamento desta terça o índice de 44% obtido na pesquisa anterior. Serra foi de 43% para 40%.

No Sul, Dilma foi de 39% para 41%; novamente, Serra passou de 50% para 48%, de acordo com o Datafolha.

No Nordeste, Dilma passou de 65% para 64%; Serra foi de 28% para 27%.

Sobre a pesquisa
Realizado nesta terça, o levantamento do Datafolha ouviu 4.066 pessoas em 246 municípios e tem margem de erro de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos.

Segundo o instituto, a candidata do PT, Dilma Rousseff, tem 56% dos votos válidos (que excluem brancos, nulos e indecisos), e o candidato do PSDB, José Serra, 44%. Pela margem de erro, Dilma pode ter de 54% a 58%, e Serra, de 42% a 46%.

Considerando-se os votos totais (que incluem brancos, nulos e indecisos), a petista tem 49%, e o tucano, 38%. Brancos e nulos somam 5%, e 8% disseram não saber em quem votar. Na pesquisa anterior, Dilma registrou 50%, e Serra, 40%. Brancos e nulos somaram 4%, e indecisos, 6%.

A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal “Folha de S.Paulo” e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número 37404/2010.

Governo Lula
O Datafolha também avaliou o governo Lula. A pesquisa apontou, pela terceira semana consecutiva, um patamar recorde de aprovação. Avaliaram a administração como ótima ou boa 83% dos eleitores. Os que consideram seu governo regular são 13%, enquanto 3% dizem que ele é ruim ou péssimo.

http://g1.globo.com/especiais/eleicoes-2010/noticia/2010/10/veja-intencoes-de-voto-presidencia-por-sexo-e-regiao-segundodatafolha.html

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  1. Serra planeja tumulto e PT de São Paulo recorre à polícia

    Jussara Seixas

    O Diretório do PT em São Paulo registrou, na Polícia Civil, boletim de ocorrência de preservação de direitos, para tentar evitar que o partido seja responsabilizado por eventuais tumultos em atos de campanha do PSDB nesta semana – a última da campanha eleitoral para a Presidência da República.
    A decisão foi tomada depois que militantes e a filósofa Marilena Chauí denunciaram articulações para ligar a campanha de Dilma Rousseff (PT) a um tumulto nos próximos e últimos eventos de Serra (PSDB).
    Um tumulto está planejado para ocorrer na caminhada do PSDB prevista para sexta-feira, 29, em São Paulo. A militância apurou que os tucanos pretendem infiltrar falsos militantes petistas na caminhada de Serra para provocar violência. O plano é “tirar sangue”.
    A militância petista está sendo orientada a evitar qualquer tipo de confronto e provocação. Há um precedente. A carreata tucana se encontrou com a carreta petista em Diadema, no último sábado (23). Os tucanos avançaram em cima da carreta do PT. Deu enorme trabalho para evitar o confronto.
    Serra quer derramar sangue para levar ao programa eleitoral de TV.
    http://bahiadefato.blogspot.com/

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  2. RAIZES13@yahoo.com.brquinta-feira, 28 outubro, 2010

    Tucanos, Sucupira & Lavo as mãos
    Eron Bezerra *
    ´´ Se a dramaturgo Dias Gomes estivesse vivo certamente iria cobrar direito autoral dos tucanos por uso abusivo do roteiro que ele criou para a imaginária cidade de Sucupira e seu caricato prefeito Odorico Paraguaçu.´´
    José Serra transformou as eleições de 2010 num vale tudo semelhante ao modus operandi do prefeito de Sucupira para quem não havia limites e nem escrúpulos a serem moralmente considerados quando o seu propósito estava em jogo.
    Mandar matar alguém para inaugurar um cemitério feito extemporaneamente, prometer o que nunca fez e nem pretende fazer ou imputar todos os defeitos – reais ou fictícios – nos adversários eram apenas algumas das características do sucupirano.
    .
    A pregação demagógica só é substituída pela agressão grosseira e obtusa lançada diariamente contra Dilma Roussef na propaganda eleitoral e pela generosa cobertura dos meios de comunicação. A apelação para assuntos religiosos e de natureza moral, como o aborto, me faz igualmente lembrar as “beatas” de sucupira, cuja maior “virtude” era difamar aquelas que eventualmente poderiam competir com elas nas preferências do prefeito Odorico Paraguaçu.
    Creio que chegamos ao fundo do poço em termos de apelação e baixaria. E alguém que é capaz de fazer isso para tentar ganhar uma eleição, é uma pessoa extremamente perigosa, porque é capaz de tudo. Não tem, tal qual o pitoresco Odorico Paraguaçu ou o bestial Hitler, nenhum limite, nenhum escrúpulo.
    Por isso me causa espanto a atitude adotada por Marina Silva que, tal qual Pilatos, preferiu “lavar as mãos” a se posicionar diante de um fato que mudaria a história recente da humanidade. Marina adota comportamento semelhante. Diz, implicitamente, que os métodos tucanos de baixaria e de desmonte do país são aceitáveis. Sim, porque aquilo que eu não condeno em tese eu aceito.
    A abstenção é, sem dúvidas, uma forma de manifestação política. Mas se usa em momentos de absoluta falta de opção, em momentos de cerceamento completo da liberdade. Não é o caso.
    O Brasil vive um bom momento democrático. Experimentou avanços econômicos e sociais inegáveis, apesar da herança maldita dos tucanos, realçou sua liderança mundial e passou a ser respeitado mundo afora, em absoluto contraste com a era de FHC. Tem limites e insuficiências e mesmo erros morais grosseiros, os quais devem ser enfrentados e superados.

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  3. Escândalos e pesquisas negativas provocam revoada no ninho tucano

    Por Redação – Correio do Brasil, de São Paulo
    Paulo Preto foi chamado de ‘factóide’ pelo candidato tucano José Serra, que depois voltou atrás

    O escândalo de distribuição de propinas para a campanha tucana, personificado no engenheiro Paulo Vieira de Souza, mais conhecido com Paulo Preto, apontado como arrecadador do PSDB e acusado pelos próprios tucanos de sumir com dinheiro da campanha, se transformou em um ponto secundário na lista de preocupações do alto-comando da campanha de José Serra. A permanente distância entre ele e a candidata Dilma Rousseff (PT) nas pesquisas de opinião, na ordem de 12 a 14 pontos percentuais, acentuou a debandada de aliados e patrocinadores do esforço liderado pela aliança dos partidos da direita para chegar ao Planalto, na reta final do segundo turno.
    Segundo cálculos do comitê eleitoral de Serra, o custo total da campanha gira em torno dos R$ 90 milhões, sendo R$ 70 milhões gastos apenas no primeiro turno. O que foi gasto, no entanto, não é o mesmo que foi arrecadado. Tanto o escândalo quanto a queda persistente nas pesquisas, segundo integrantes do comitê financeiro de Serra, espantaram os colaboradores.
    – Muitos prometeram ajudar, mas até agora não pagaram – lamentou com jornalistas um tucano de alta plumagem, diante de um volume de contas, vencidas e a vencer, que beira os R$ 100 milhões.
    As finanças do partido são assunto para as várias reuniões dos colaboradores do candidato tucano, desde a noite passada. Entre os organizadores da campanha ainda resta a esperança de que milhares de cartas enviadas a pequenos e médios empresários possa render algo perto de R$ 900 mil até domingo.
    Se Paulo Preto e os cerca de R$ 4 milhões desviados da campanha, juntos com a debandada de colaboradores financeiros e a perda de apoio político na base se transformaram no centro das preocupações tucanas, o real pesadelo do candidato se chama: feriadão

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  4. Educafro acusa PSDB e DEM de enganar candidatos negros
    O diretor-executivo da Educação e Cidadania de Afrodescendentes e Carentes (Educafro), Frei David Raimundo Santos, diz que a entidade vai começar uma cruzada por todo o país para denunciar uma armadilha patrocinada pelo PSDB e DEM cujo objetivo é enganar candidatos negros. Depois do segundo turno, o dirigente prometeu realizar vários debates sobre o assunto.
    Segundo ele, as siglas “vão aos quatro cantos do Brasil prometendo apoio aos afrodescendentes no caso de saírem candidatos, mas logo são abandonados após gastarem suas economias”. Dos partidos grandes, o PSDB e DEM foram os únicos que não elegeram nenhum deputado federal ou senador negro.

    Levantamento feito pela Educafro indica que na Câmara dos Deputados o número de deputados que se declararam negros para Justiça Eleitoral subiu de 11 para 22. No Senado, de dois para a quatro.

    “O PCdoB, PSB, PT e PR foram os partidos que mais elegeram negros. São parlamentares de esquerda, centro-esquerda ou da base aliada do Governo Lula”, informou.

    O golpe

    O Frei David deu mais detalhes sobre o golpe aplicado pelos caciques demo-tucanos. Segundo ele, lideranças negras nas principais periferias do país são recrutadas para disputarem a eleição com a promessa de que terão recursos para gastarem na campanha. Logo depois, muitos retiram dinheiro da poupança para custear os primeiros materiais e depois não recebem um centavo dos partidos.

    “São milhares de casos pelo país. Eles recebem 2, 3 e até 5 mil votos que vão para ajudar os candidatos prioritários das legendas”, denunciou.

    Um dos casos exemplar foi do pugilista carioca Fernando Fera, candidato do DEM a deputado estadual e líder na favela de Acari. No dia 11 de setembro passado, diante de 300 candidatos negros num encontro promovido Educafro, na sede da entidade, no Rio de Janeiro, Fera deu um depoimento dizendo-se enganado pelos caciques do DEM. Com a promessa de ajuda financeira, ele gastou todas as suas economias na campanha e depois foi abandonado pela legenda.

    Ele prometeu aos colegas que deixaria a sigla logo após a eleição. O que se sabe é que Fera não conseguiu uma cadeira na Assembléia Legislativa do Rio.

    De Brasília,
    Iram Alfaia

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  5. Médico relata: Serra era um ministro arrogante e escondia dados
    O médico sanitarista Helvécio Bueno, 57 anos, escreveu um depoimento sobre sua experiência de trabalho direto com José Serra, no Ministério da Saúde, que o levou a pedir demissão após 15 anos no governo, nos quais conviveu com 14 ministros da saúde. No texto, relata como o ministro Serra era arrogante e manipulador, um perfil que faz cair a máscara do "Serra do bem" da propaganda eleitoral . Veja, abaixo, a íntregra da carta de Helvécio Bueno.


    Meu 1º contato com o então ministro José Serra ocorreu da seguinte maneira: eu estava participando de uma reunião com todo o 1º escalão do MS na sala de reunião, ao lado do gabinete do ministro, que não se encontrava. A reunião era conduzida pelo Chefe de Gabinete. Depois de uma hora e meia de reunião, no momento em que falava o Secretário de Políticas de Saúde, o ministro Serra entrou na sala, não cumprimentou ninguém, interrompendo o palestrante, sem pedir licença, perguntou ao Chefe de Gabinete o que ele, Serra, precisava saber do que já havia ocorrido naquela reunião. Pegou o Chefe de Gabinete pelo braço e levou-o para seu gabinete deixando seu 1° escalão e alguns convidados sem dirigir-lhes uma única palavra. Essa era a forma com que tratava seus subordinados, o sorriso só aparecia na presença da mídia.

    Porém, o mais importante e demonstrativo de seu caráter, foi quando, após 1 ano de sua posse, o ministro Serra solicitou uma avaliação da situação de saúde do país e, quando apresentei, entre outros dados, o aumento da mortalidade infantil na região nordeste ele simplesmente disse: “esta informação não pode sair deste ministério”. Foi quando, em setembro de 1999, pedi demissão do cargo que ocupava no MS.

    Além disso, o candidato Serra diz, em sua propagando política, que criou o Programa de Aids e o medicamento genérico. O programa de Aids foi criado pelo ministro Carlos Santana em 1985 e reestruturado, ganhando dimensão internacional, em 1992, na gestão do ministro Adib Jatene; já o genérico foi criado em abril de 1993 pelo ministro Jamil Haddad, durante o governo de Itamar Franco.

    Destes 14 ministros, com os quais convivi, destaco pela relevância do trabalho em prol da saúde da população brasileira o ministro Adib Jatene, Henrique Santillo e Carlos Albuquerque.

    Se trago este depoimento é unicamente pela preocupação com o destino da maior parte da população brasileira que necessita continuar a melhorar sua qualidade de vida, não só de sobrevivência, mas de cidadania. Toda minha vida profissional, como médico sanitarista, foi dedicada à saúde pública, mas nunca me filiei a nenhum partido político, pois isso me dá a independência necessária para criticar quem precisa e elogiar só quem merece.

    Brasília – DF, 20 de outubro de 2010.
    Helvécio Bueno

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  6. É o futuro do Brasil que está em jogo no dia 31
    Messias Pontes *

    O eleitor brasileiro definirá no próximo domingo o destino do País. É um dos momentos mais importantes da nossa história, pois estão em jogo duas propostas distintas e antagônicas: de um lado a do Brasil que deu certo, e do outro a do Brasil que deu errado. O mundo inteiro acompanha com invulgar interesse o segundo turno da eleição presidencial brasileira. Representando o Brasil que deu certo está Dilma Rousseff (PT), e José Serra – o “Zé” Traíra –(PSDB), representa o Brasil que deu errado.

    As eleições presidenciais deveriam ter sido decididas no dia 3 de outubro conforme atestavam todos os institutos de pesquisa. No entanto uma campanha subterrânea levada a efeito de maneira grotesca não captou o escárnio protagonizado pelas forças do atraso e adiou a disputa. Em toda a história republicana não se tem notícia de uma campanha tão suja, rasteira, sórdida, onde a calúnia, a difamação, a injúria e todo tipo de mentiras foram utilizadas pelas nefastas elites que não aceitam perder um pouco do grande privilégio que sempre tiveram.

    Por trás de tudo nisso está o interesse pelo petróleo da camada do pré-sal, riqueza que está na mira do capital internacional, notadamente do imperialismo norte-americano que até reativou a sua IV Frota Naval. O Coisa Ruim (FHC) até chegou a prometer aos “investidores” estrangeiros, em reunião realizada em Foz no Iguaçu, que poderiam ficar tranqüilos que aquela colossal riqueza seria entregue a eles, dado que o seu candidato “deveria ganhar a eleição no segundo turno”. Afinal, são R$ 8 trilhões que, segundo o demotucanato não podem ser usados para a plebe rude.

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  7. parte II
    O Brasil que está dando certo, e que deve continuar avançando com Dilma Rousseff, é o Brasil de 15 milhões de emprego com carteira assinada em oito anos; das 12 milhões de famílias beneficiadas pelo Bolsa Família; dos 26 milhões que deixaram a faixa da pobreza; dos 38 milhões que ascenderam à classe média; dos mais de 700 mil estudantes pobres que ingressaram na universidade graças ao Prouni; das 13 novas universidades federais; dos 60 novos campi nas já existentes; dos 214 Institutos Federais Tecnológicos; da reconstrução da indústria naval; da universalização da energia elétrica; da construção de milhões de moradias populares; do fortalecimento do mercado interno; do desenvolvimento com distribuição de renda; do respeito aos direitos humanos; do respeito aos movimentos sociais; da defesa da soberania nacional; do respeito internacional; da perda do complexo de vira-latas; do combate à corrupção; enfim do resgate da autoestima dos brasileiros.

    Já o Brasil que não deu certo o o contrário de tudo isso. Mas vale lembrar a institucionalização da corrupção com o fim da Comissão Especial de Investigação, em 29 de janeiro de 1995 – menos de um mês do desgoverno do Coisa Ruim; dos sucessivos escândalos – Sivam, Proer. Caixa 2 de campanha, propina na privatização, emenda da reeleição, arapongagem, TRT paulista, os ralos do DNER, desvalorização do real, o caso Marka/FonteCidam, tentativa de entrega da Base de Alcântara, biopirataria oficial, os rombos na Sudam e Sudene, os acidentes na Petrobras, o apoio ao terceiro mandato de Fujimori,o calote do Fundef, a explosão da dívida pública, o apagão energético, a gatunagem no BNDES, o crescimento pífio do PIB, a violação aos direitos humanos, a criminalização dos movimentos sociais, o desemprego em massa, o achatamento salarial, o sucateamento da saúde, da educação e da infraestrutura, enfim o caos.

    Depois dos quase 400 anos de escravidão e dos 21 anos de ditadura militar, os oito anos do desgoverno tucano-pefelista (hoje demo-tucano) foi a maior tragédia vivida pelos brasileiros. E por não permitir o retrocesso é que a maioria dos brasileiros vai aposentar o “Zé” Traíra, homem desprovido de caráter e que é capaz de vender a própria mãe e entregá-la.

    Sem nenhum escrúpulo, o demotucanato, com o irrestrito apoio da velha mídia conservadora, venal e golpista, utilizou e continua utilizando de todos os artifícios imorais e aéticos para retornar ao centro do poder. Os editorialistas, âncoras, colonistas e demais jornalistas amestrados, disciplinados discípulos de Joseph Goebbels (ministro da propaganda nazista) a serviço das forças do atraso, não deram trégua à adversária, utilizando a tática do terror verbal, disseminando o ódio religioso com doses cavalares de mentiras.

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  8. parte III
    O “Zé” Traíra não se dá por vencido depois de desmascarado com a “agressão” da bolinha de papel. Ele e sua súcia vão tentar criar outros factóides, mas a filósofa Marilena Chauí já adiantou a armação que eles estavam articulando para relacionar o PT e sua candidata a atos de violência durante o último comício demo-tucano. Eles iriam vestir alguns marginais com a camiseta do PT e agredir, inclusive derramando sangue, para criar uma comoção nacional.

    O pichamento ou depredação de igrejas católica e evangélica, a agressão a bispos e pastores ultrareacionários, e até a simulação de um assassinato do candidato demotucano também não devem ser desprezados. Essa gente é capaz de tudo.

    O futuro é agora. A hora é de grande vigilância e de mobilização total. É vencer ou vencer.

    * Diretor de comunicação da Associação de Amizade Brasil-Cuba do Ceará, e membro do Conselho de Ética do Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado do Ceará e do Comitê Estadual do PCdoB.

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  9. ÉEEEEE PTralhas.... estão trabalhando dia e noite para não perder a mamata, não é?

    Mas compensa né? depois é só desfrutar das "tetas" do governo sem fazer nada.

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  10. E retirando uma pedra, olê, olê,olá
    Mais uma pedra não faz falta, olê, seus cavaleiros
    Apareceu a Margarida, olê, olê, olá

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