Bloco: DEM + PSDB + PPS + PV, em oposição ao futuro governo Dilma

Definição ideológica No campo da oposição ao futuro governo Dilma, as negociações para a formação de um bloco parlamentar entre PSDB (53 d...

Definição ideológica

No campo da oposição ao futuro governo Dilma, as negociações para a formação de um bloco parlamentar entre PSDB (53 deputados e onze senadores), DEM (43 deputados e seis senadores), PPS (doze deputados e um senador) e PV (14 deputados e nenhum senador) dependem basicamente de os tucanos que, assim como os ex-comunistas, parecem enfrentar um dilema ideológico em qualificar ou não a união como sendo de centro-direita.

A pressão para que o bloco assuma definitiva e conceitualmente o papel de oposição de direita vem do DEM, que enxerga aí o caminho para a formação de um novo partido no futuro. "Estas eleições demonstraram que o espaço político de centro-direita existe e tem respaldo em parte da sociedade. É preciso ocupá-lo com clareza", afirma o ex-prefeito do Rio de Janeiro, Cesar Maia, uma das lideranças do partido.

O presidente nacional do DEM, deputado federal reeleito Rodrigo Maia (RJ), vai pelo mesmo caminho: “O DEM deve ter a coragem de expor com clareza as teses que defende, solidificando-se como legenda de centro-direita”, diz.

A idéia demista de um bloco parlamentar assumidamente de centro-direita, no entanto, não está sendo bem recebida por boa parte dos aliados. "Diga o que disser o Cesar Maia, o fato é que eu não sou de direita", posicionou-se o deputado federal reeleito Otávio Leite (PSDB-RJ), cotado para ser o candidato da oposição à presidência da Câmara.

Presidente nacional do PPS, Roberto Freire também rechaçou a idéia: "O DEM busca ocupar um espaço na sociedade que é conservador, de centro-direita. O nosso caso é de uma oposição à esquerda", disse.

http://www.redebrasilatual.com.br/temas/politica/partidos-iniciam-articulacao-para-formar-blocos-a-partir-de-2011

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  1. RAIZES13@yahoo.com.brquinta-feira, 11 novembro, 2010

    ´´Diap vê base aliada mais coesa e oposição menos virulenta em 2011´´

    Por: Virginia Toledo, Rede Brasil Atual

    São Paulo - Com nova composição a partir de 2011, o Congresso Nacional terá uma atuação mais coesa da base aliada e menos virulenta da oposição, na avaliação de Antonio Augusto de Queiroz, analista politico do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap). Apesar disso, em entrevista à Oswaldo Luiz Colibri Vita, da Rádio Brasil Atual, ele aponta que pode haver disputas internas na base aliada, em função do crescimento de partidos menores, como o PSB e o PR.

    São dois os elementos que fortaleceriam uma menor divergência entre parlamentares e seus partidos. Em 2007, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que cabe ao partido a titularidade do mandato. Na prática, a posição da mais alta corte do país estabelece que, caso um deputado ou senador mude de partido perde o mandato – a não ser que seja por alegação de mudança programática.

    A segunda medida foi adotada a partir da minirreforma política de 2009, que reforçou a fidelidade partidária, entre outras medidas. Assim, os parlamentares que decidem não seguir a determinação do partido podem sofrer sanções, que incluem a perda do mandato.

    Para Queiroz, a próxima legislatura será a primeira a assumir tendo de respeitar essas normas. Assim, torna-se mais difícil a repetição do que aconteceu ainda em 2007, com a extinção da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF). "Diferentemente do governo Lula, em que parlamentares da base aliada votaram contra a CPMF, no governo Dilma, dificilmente o parlamentar agirá em desacordo com o partido", aposta o analista político.

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  2. Viva!!! A CPMF está de volta!!!

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  3. As Farc saúdam a eleição de Dilma para a Presidência do Brasil

    Compatriota Dilma Rousseff, presidente eleita do Brasil,

    Daqui, das montanhas da Colômbia, nossa cordial saudação, bolivariana, com o anseio de Pátria Grande.

    Permita-nos aderir à justificada alegria do grande povo de Luís Carlos Prestes pelo feito relevante de ter, pela primeira vez na história do Brasil, uma presidenta, uma mulher ligada desde sempre à luta por justiça.

    Presidenta Dilma, para você, nosso aplauso e reconhecimento.

    Sua ascensão à Presidência da República Federativa, somada à sua pública convicção da necessidade de uma saída política para o conflito interno da Colômbia, centuplicou nossa esperança na possibilidade de alcançar a paz pela via do diálogo e da justiça social.

    Estamos certos de que a nova Presidência do Brasil terá papel determinante na construção da paz regional e na fraternidade dos povos do continente.

    Atenciosamente,
    Secretariado do Estado Maior das Farc

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  4. DEM pode deixar de existir

    Correio Braziliense..

    Em busca da sobrevivência política, partido cogita a possibilidade de fundir-se ao PSDB ou ao PMDB, hipótese que converteria em aliado um opositor ferrenho ao governo Lula
    Partidos que sofreram as maiores derrotas durante as eleições, DEM e PPS enfrentam um truncado jogo de alianças e acordos até o fim do ano para definir uma mudança de curso que recoloque as legendas em uma rota de sobrevivência política. Enquanto os sucessores do antigo PFL estudam a fusão com o PSDB e até um desembarque no PMDB — o que jogaria a legenda na bancada governista —, os socialistas tentam se afastar da imagem conservadora dos atuais aliados para marchar rumo a uma oposição mais branda ao governo federal.
    Depois de perder 22 cadeiras na Câmara e seis no Senado com o resultado do pleito de outubro, o DEM estuda se unir a outras siglas para manter parte do cacife político. Na oposição desde a primeira eleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 2002, o partido viu a bancada se reduzir dramaticamente. Da quase uma centena de deputados federais eleitos em 1998, sobrarão apenas 43 a partir de 1º de fevereiro, data da posse dos novos parlamentares.
    Diante dos números, os maiores expoentes da legenda estudam a fusão com PSDB ou PMDB. Na prática, isso significa dizer que a sigla poderia tomar um caminho insólito e apoiar o governo petista depois de fazer oposição ferrenha a Lula nos últimos oito anos.
    O maior temor do DEM é que uma janela para a troca de partidos seja aprovada pelo Congresso e a bancada se reduza ainda mais com a migração de parlamentares para a base governista. “Estamos extremamente fragilizados. O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, tem conversado com vários partidos, sempre com um cenário de fusão”, revela o deputado federal Guilherme Campos (DEM-SP). De acordo com o parlamentar, o presidente do partido, deputado Rodrigo Maia (RJ), também tem participado dos encontros.

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  5. parte II
    Ao negociar um desembarque na bancada governista, o DEM praticamente implodiria a oposição !!! ao Palácio do Planalto durante o governo de Dilma Rousseff, já que o grupo ficaria reduzido a PSDB, PSol e PPS, que, juntos, detêm apenas 68 ??? dos 513 assentos na Câmara dos Deputados. Por isso, os atuais partidos da bancada governista desconfiam das reais intenções da legenda. Entendem que a negociação aberta seria mais uma forma de pressionar o PSDB a garantir maior espaço nas composições estaduais e municipais. O maior interessado é justamente Kassab, que termina o mandato na Prefeitura de São Paulo em 2012 e almeja chegar ao Palácio dos Bandeirantes, que será ocupado por Geraldo Alckmin (PSDB) nos próximos quatro anos.
    Musculatura
    Se o destino do DEM passa por São Paulo, o PPS tenta formar uma frente com partidos menores para tentar ganhar um mínimo de musculatura no Congresso. A legenda viu reduzir de 22 para 12 o número de deputados na Câmara e tem apenas Itamar Franco (PPS-MG) no Senado. O presidente do partido, Roberto Freire, analisa que o caráter conservador abraçado pelos aliados PSDB e DEM durante as eleições prejudicou em especial o partido, que pretende se inserir em um discurso de centro-esquerda. “Tivemos erros crassos na campanha que se encerrou, como fazer uma oposição que aplaudia o governo, sem citar a correção necessária de rumos, sem espírito crítico”, critica Freire.
    O partido se aproxima de grupos mais alinhados ao Planalto, como PV e PSol. O próprio Freire admite voltar à bancada governista, de onde saiu depois do escândalo do mensalão em 2005, desde que o Palácio do Planalto altere a atual política econômica.

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  6. ´´Imprensado No Busão´´

    Ônibus é um dos veículos essencial para o andamento da sociedade nas grandes e pequenas cidades.
    ´´ sentados juntos, felizes para navegar no futuro ´´

    Coligação "Para o Brasil seguir mudando" (PT,PMDB,PCdoB,PDT,PRB,PR,PSC,PSB,PTC,PTN)
    ´´Querendo entrar se conseguir vai em pé ´´
    Coligação "O Brasil pode menos" (PSDB/DEM/PTB/PPS/PMN/PT do B/PV )

    (olha o pardinho,ai neuc-)

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  7. Coligação "Para o PMDB seguir mandando".

    "Em meio à disputa pelo comando da Câmara dos Deputados e em busca de espaço no futuro governo Dilma Rousseff, o PMDB montou uma ofensiva na Câmara formando um superbloco parlamentar, com cinco partidos, que reunirá 202 deputados. Os líderes do PMDB, PR,PP, PTB e PSC concluíram hoje uma reunião e anunciaram a formação do bloco". O Estadão.

    Vê se acorda Raízes, o seu "ParTidinho", nunca vai mandar neste país. Você até agora não se ligou que fez campanha para o Michel Temer e não pra Dilma.

    O PMDB mandou nos 8 anos de Governo Lula e vai continuar mandando, e muito, no Governo Dilma. Graças a você.

    Um abraço!!!

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  8. RAIZES13@yahoo.com.brquinta-feira, 18 novembro, 2010

    ´´Era Lula cria mais empregos que governos FHC, Itamar, Collor e Sarney juntos !!!´´

    Matéria publicada no site www.r7.com.br

    Há oito anos, quando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi eleito para seu primeiro mandato, as pesquisas de opinião mostraram que o desemprego e a fome eram as maiores preocupações dos brasileiros. Chegando ao fim do governo mais popular da história recente, um novo levantamento, feito em setembro pelo instituto Datafolha, mostrou que os dois maiores tormentos agora são a saúde e a segurança.
    Sinal dos tempos, a campanha presidencial de 2010 quase deixou o tema emprego passar em branco. Enquanto o Lula candidato prometia a geração de 10 milhões de vagas formais, a presidente eleita, Dilma Rousseff, fez questão de não fixar qualquer meta. Segundo o ministro Carlos Lupi, do Trabalho, que participou do programa de governo de Dilma na área, a ausência foi proposital. ”Ela não precisou e nem precisa prometer porque já está fazendo. O governo da Dilma é o da continuidade”.
    De acordo com a Rais (Relação Anual de Informações Sociais), que registra todas as contratações e demissões de empregados regidos pela CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), pelo regime estatutário, dos servidores públicos, além dos trabalhadores temporários e avulsos, a expansão durante o governo Lula é incontestável. De 2003 até setembro de 2010 foram criados 14.725.039 empregos. Isso dá a Lula uma média de 1,8 milhão de postos de trabalho por cada ano de seu governo.

    A comparação com os governos anteriores é quase injusta. Fernando Henrique Cardoso criou 5.016.672 empregos em seus oito anos de mandato, uma média de 627 mil. Itamar Franco, que governou de 1993 a 1994, gerou 1.394.398 postos – média de 697 mil. José Sarney, em seus cinco anos como presidente, criou 3.994.437 empregos, marcando a segunda melhor média (998 mil) dos últimos 30 anos. Fernando Collor, por sua vez, deixou o governo com a extinção de mais de 2,2 milhões de postos de trabalho.
    Os 14,7 milhões de empregos gerados nos oito anos do governo Lula até setembro deste ano, portanto, superam a soma dos empregos gerados nos governos FHC, Itamar, e Sarney, que juntos são 10,4 milhões em 15 anos. Isso sem contar com o fechamento de 2,2 milhões de vagas durante os três anos do governo Collor, o que daria um saldo de 8,2 milhões de empregos em 18 anos.

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  9. Para que a memória do País não fique contaminada pela falta de memória do nosso "pato manco", convém lembrar alguns fatos que criaram condições para que chegássemos onde estamos: a eleição de Tancredo Neves em 1985, que enterrou a ditadura militar; a Constituição de 1988, que deu importante contribuição para a modernização institucional; a derrubada da inflação com o Plano Real; a Lei de Responsabilidade Fiscal; a criação do Proer; a criação das agências reguladoras; as privatizações, especialmente da telefonia, da Vale, da Embraer, etc.

    Lula e o PT foram contra tudo isso.

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  10. ´´Lula diz que pretende trabalhar pelo fortalecimento da esquerda !!!

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta quinta-feira (18) que quando deixar a Presidência vai trabalhar para fortalecer a esquerda brasileira. Lula participou nesta tarde da inauguração do Centro de Referência do Trabalhador Leonel Brizola, em Brasília, que leva o nome do ex-governador e ex-presidente do PDT, morto em 2004. O centro é um espaço de preservação da memória do trabalho no país.
    Lula reconheceu que a tarefa não é fácil, mas disse que terá tempo para se dedicar a essa missão. Ele também afirmou que sua passagem pela Presidência o transformou em outro homem, com mais experiência e ciente do que se pode e não se pode fazer.

    "Quando deixar a Presidência, me tornarei um outro homem, com muito mais experiência, mais sabedor do que é preciso ser feito, e vou trabalhar para formar uma força mais forte e homogênea que represente melhor a esquerda brasileira", afirmou Lula, ao lado do Ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi (PDT).

    Lula declarou que acredita que a relação que manteve com os partidos durante os oito anos de mandato contribuiu para aumentar a confiança em seu trabalho. E, por conta disso, disse que se empenhará nessa união das esquerdas.

    "Eu sei que essa coisas são mais fácies de falar do que fazer, mas eu vou ter disponibilidade para fazer".

    Recentemente, Lula defendeu a formação de uma espécie de "frente ampla" reunindo os partidos de esquerda brasileiros.

    Portal Vermelho . A Esquerda Bem Informada .

    18 de Novembro de 2010

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  11. Serra critica Lula na França e ouve: "Por que não te calas?"

    Homem na plateia de congresso reagiu

    Jornal do Brasil

    Derrotado nas urnas, o ex-candidato tucano à presidência, José Serra, participou nesta sexta-feira do encerramento do XI Fórum de Biarritz, no sul da França - dedicado a analisar as relações entre América Latina e União Europeia (UE) - a acusou o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de desindustrializar o país e fazer "populismo" de direita em matéria econômica. Da plateia, um homem reagiu e gritou: "Por que não te calas?"

    Durante sua palestra, Serra argumentou que não pôde discutir como gostaria durante a campanha eleitoral e declarou que o Brasil é um país fechado ao exterior. "Há um processo claro de desindustrialização", afirmou, criticando "a fraqueza" dos investimentos do governo e a elevada carga tributária.

    "É um governo populista de direita em matéria econômica", afirmou, complementando que a a democracia não é só ganhar eleições, "é governar democraticamente".

    O tucano também criticou o modelo de orçamento participativo, no qual o contribuinte pode decidir sobre a distribuição de parte dos impostos, adotado pelo Brasil e por outros países latino-americanos.

    O ex-candidato também acusou o governo de se unir a ditaduras, como a do Irã. Neste momento, foi interrompido por um membro da Fundação Zapata, do México, que estava na plateia, e gritou: "Por que não te calas?", provocando um momento de agitação.

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  12. Em reunião de gatos-pingados, PSDB inicia divórcio do DEM
    O PSDB quer se livrar da companhia do DEM, seu principal e mais fiel aliado nos últimos 16 anos. Não deixa de ser uma atitude recíproca — líderes “demos” também já expuseram que o ex-PFL se cansou de ser um partido-satélite. Do lado tucano, o anúncio do divórcio ocorreu numa melancólica reunião da Executiva Nacional do PSDB, nesta quinta-feira (18), em Brasília.

    Não se sabe se a decisão é definitiva, já que a reunião não contou com as lideranças de peso do tucanato. José Serra e Fernando Henrique Cardoso não deram as caras. Seis dos oito governadores tucanos eleitos em outubro faltaram. Aécio Neves, Tasso Jereissati, Arthur Virgílio e Álvaro Dias tampouco apareceram. Sobraram apenas os gatos-pingados para chorar a derrota eleitoral e trocar impressões sobre os rumos do PSDB.

    Os poucos dirigentes presentes passaram recibo do fracasso. Teotônio Vilela, governador re-eleito de Alagoas, comprometeu-se a organizar um encontro, “quando possível”, com todos os governadores da sigla. A Executiva Nacional prometeu voltar a se reunir na quarta-feira, com a presença de tucanos de maior plumagem, como o senador Tasso Jereissati (CE) e o presidente do PSDB-SP, Mendes Thame.

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