PTB, PP e PR formam bloco: Roberto Jefferson cogita fusão dos partidos

Informa o colunista Ilimar Franco, do Globo: “O PTB, o PP e o PR formaram um bloco na Câmara para a próxima legislatura. Juntos terão 103 d...

Informa o colunista Ilimar Franco, do Globo:

“O PTB, o PP e o PR formaram um bloco na Câmara para a próxima legislatura. Juntos terão 103 deputados.

O objetivo é ter primazia na escolha de presidência de comissões e cargos na Mesa Diretora. A negociação foi feita por Jovair Arantes (PTB-GO), João Pizzolatti (PP-RS) e Sandro Mabel (PR-GO).

O presidente do PTB, Roberto Jefferson, diz que é um embrião para a formação de um novo partido de centro no futuro.”

A afirmação de Jefferson é interessante. Não só pelo óbvio fato de prever uma alteração no quadro partidário nacional, mas também por dizer que o partido será de centro.

O PTB tem um programa trabalhista de centro-esquerda. PR e PP têm programas conservadores de centro-direita e direita respectivamente.

Pois então que centro seria esse?

O resultado da mescla da esquerda com a direita?

Nada disso.

Centro atualmente é sinônimo de fisiologismo ou, no popular, “a ideologia que se exploda, queremos cargos”.

http://perspectivapolitica.com.br/

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  1. "Após ouvir reivindicações de 11 partidos que apoiam Dilma Rousseff, o presidente do PT, José Eduardo Dutra, declarou na tarde desta quarta-feira que "ministério não é propriedade de ninguém" e que crescimento nas urnas não pode ser usado para exigir maior participação no governo".

    "O recado, direcionado aos aliados em geral, se choca mais especificamente com as pretensões do PSB --que pressiona por maior espaço sob o argumento de que saiu fortalecido das eleições-- e do PMDB, que defende a manutenção, no governo Dilma, de todas as seis pastas que ocupa, mais o Banco Central". A Folha.

    Comento:
    Lula pra se manter no Governo durante 8 anos pagou(com o nosso dinheiro), um preço muito alto. Recebeu de FHC, um Governo com 16 Ministérios e no decorrer do seu Governo criou mais 22, totalizando 37 Ministérios.

    Tudo isso para atender as chantagens dos partidos políticos, sejam para aprovar projetos, sejam para apoio em eleições(como em 2006), ou até mesmo para livrar a cara do Governo em várias CPIs abafadas pela base aliada.

    O pior dos mundos seria se Dilma cedesse ao apetite insaciável de todos os partidos, pois não poderia acabar com os Ministérios já existentes e, teria que criar outros.

    Segundo o site opinião e notícia:
    De cada R$ 100 gastos pelo governo federal a cada ano, apenas R$ 8 são destinados a investimentos em infraestrutura, saúde, ciência, educação, entre outros. Os outros R$ 92 alimentam a máquina estatal.

    Destes R$ 92, o governo federal utiliza R$ 25 para o pagamento de pessoal e os outros R$ 67 para o custeio da máquina estatal, o que inclui desde o café consumido nas repartições públicas à gasolina utilizada nos carros de autoridades.

    Agora da pra entender porque que temos um serviço público de péssima qualidade.

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  2. Em 2002, as despesas da União com pessoal e encargos sociais ficaram em R$ 75 bilhões, com a contribuição patronal, ou em R$ 72,9 bilhões, sem a contribuição. Em 2009, os gastos foram de R$ 167,1 bilhões com a contribuição e de R$ 155,8 bilhões sem a contribuição, de acordo com a Secretaria de Orçamento Federal (SOF), do Ministério do Planejamento. No período de 2002 a 2009, houve um aumento nominal de 122,8% nas despesas com pessoal (com a contribuição patronal) ou de 113,7% (sem a contribuição).

    De 2003 a 2009, a inflação medida pelo IPCA foi de 47,94%. Isto significa que houve uma elevação real dos gastos com pessoal (com contribuição) de 50,6% ou de 44,5% (sem a contribuição). Poucas despesas terão aumentado tanto, em termos reais, durante o governo Lula, quanto os gastos com pessoal. Dizer que essa despesa não cresceu pois se manteve na mesma proporção do PIB não expressa a realidade dos números, embora possa fazer sentido aos técnicos quando discutem os valores globais do Orçamento da União(...)

    Todo esse aumento do número de servidores e da despesa com o pagamento de salários, aposentadorias e pensões não resultou em melhoria significativa dos serviços públicos oferecidos aos cidadãos, nas áreas de educação, segurança e saúde.

    O contribuinte não é bem informado, portanto, quando se diz que o gasto com pessoal do governo federal está estável. É indispensável que, no futuro, a discussão sobre este tema seja feita em termos de aumento real da despesa com pessoal e que os sindicalistas parem de perseguir o crescimento do PIB.

    https://conteudoclippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2010/9/2/gasto-com-pessoal-perto-de-r-200-bi

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  3. (Uma das piores sequelas da recente eleição presidencial foi a onda conservadora, preconceituosa e racista, que sentiu-se à vontade para se expressar diante da campanha agressiva e fundamentalista do candidato tucano)
    A campanha presidencial brasileira levantou uma onda neoconservadora no país, jamais vista desde a redemocratização. O candidato tucano José Serra, com seu discurso excessivamente religioso, apegado a valores morais ultrapassados e enfaticamente paulista – colocou o estado contra o resto do país quando afirmou que o PT não gostava de São Paulo -, possibilitou o afloramento desse tipo de idéia. Aqueles que acham que “São Paulo não deve nada ao Brasil”, como declarou um porta-voz do movimento São Paulo para os paulistas, encontraram uma liderança política capaz de proclamar parte de seus anseios.
    O movimento conservador e de direita vem tendo um crescimento mundial. É capaz de eleger presidentes na Europa e nos Estados Unidos, baseando-se não apenas no liberalismo econômico, mas em questões religiosas e xenófobas. O nordestino daqui é o estrangeiro de lá. Essa elite “iluminada”, que angaria apoio lá fora com a questão do emprego, aqui aplica outros argumentos como uma superioridade intelectual. Reproduz a frase mais infeliz de Pelé, a de que o brasileiro não sabe votar, e encontra respaldo para seus preconceitos até em editoriais e colunas de veículos de expressão nacional.
    O conservadorismo brasileiro de matiz fascista, que não se manifestava de forma tão aberta desde o movimento integralista e da Marcha da Família com Deus e pela Liberdade, encontrou um caminho aberto e pôs as asinhas de fora. O PSDB é candidato a ficar com ele se prosseguir na diretriz estabelecida pela campanha de Serra. Será um passo para se estabelecer definitivamente como o partido da direita brasileira, já que o DEM, antigo PFL, é apenas um resquício de legenda, fadado à extinção.

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  4. As Farc saúdam a eleição de Dilma para a Presidência do Brasil

    Compatriota Dilma Rousseff, presidente eleita do Brasil,

    Daqui, das montanhas da Colômbia, nossa cordial saudação, bolivariana, com o anseio de Pátria Grande.

    Permita-nos aderir à justificada alegria do grande povo de Luís Carlos Prestes pelo feito relevante de ter, pela primeira vez na história do Brasil, uma presidenta, uma mulher ligada desde sempre à luta por justiça.

    Presidenta Dilma, para você, nosso aplauso e reconhecimento.

    Sua ascensão à Presidência da República Federativa, somada à sua pública convicção da necessidade de uma saída política para o conflito interno da Colômbia, centuplicou nossa esperança na possibilidade de alcançar a paz pela via do diálogo e da justiça social.

    Estamos certos de que a nova Presidência do Brasil terá papel determinante na construção da paz regional e na fraternidade dos povos do continente.

    Atenciosamente,
    Secretariado do Estado Maior das Farc

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  5. “Ao encurralar o inimigo, deixe uma saída. Se se sentirem totalmente encurralados lutarão até a morte.” – Sun Tzu

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  6. Choradeira no Instituto Millenium: Direção do PSDB tem de fazer um ‘mea culpa”
    Fusões – A situação mais delicada é a dos partidos que fizeram oposição radical ao governo Lula e sofreram derrotas fragorosas nas eleições de 2010. PSDB, DEM e PPS encolheram sensivelmente, tanto na Câmara quanto no Senado. Líderes “demos”, sem rumo e sob temor do desaparecimento, estudam a fusão com o PSDB e até um desembarque no PMDB, talvez até levando a legenda para a base de Dilma.
    O DEM perdeu nada menos que 22 cadeiras na Câmara e seis no Senado. Foi a quarta eleição seguida em que a legenda saiu menor do que entrou. Na oposição desde a primeira eleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 2002, o partido viu a bancada se reduzir dramaticamente. De mais de cem deputados federais eleitos em 1998, sobrarão apenas 43 a partir de 1º de fevereiro, data da posse dos novos parlamentares.
    O maior medo do DEM é que uma janela para a troca de partidos seja aprovada pelo Congresso e a bancada se reduza ainda mais com a migração de parlamentares para a base governista. “Estamos extremamente fragilizados. O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, tem conversado com vários partidos, sempre com um cenário de fusão”, revela o deputado federal Guilherme Campos (DEM-SP). O presidente do partido, deputado Rodrigo Maia (RJ), também tem participado dos encontros.
    Ao negociar um desembarque na bancada pró-Dilma, o DEM praticamente implodiria a oposição ao Palácio do Planalto — já que o grupo ficaria reduzido a PSDB, PSol e PPS, que, juntos, detêm apenas 68 dos 513 assentos na Câmara dos Deputados. O problema, para a oposição, é que também o PPS tenta se afastar da imagem conservadora dos atuais aliados para marchar rumo a uma oposição mais branda ao governo federal.
    O PPS tentará formar uma frente com partidos menores para tentar ganhar um mínimo de musculatura no Congresso. A legenda viu reduzir de 22 para 12 o número de deputados na Câmara e tem apenas Itamar Franco (PPS-MG) no Senado. O presidente do partido, Roberto Freire, já admite até mesmo deixar a oposição e integrar-se à base de Dilma, desde que o Palácio do Planalto altere a atual política econômica.
    Nanicos – Já o PMN e o PTdoB — que também apoiaram a derrotada campanha presidencial de José Serra (PSDB) — elegeram mais parlamentares em relação à disputa de 2006. Contudo, estão mais isolados no Congresso e já tentam se explicar por que não aderiram a Dilma. Senador eleito pelo Acre, Sérgio Petecão (PMN) explica que apoiou Serra em seu estado porque é adversário político dos irmãos Jorge Viana (PT) e Tião Viana (PT). Apesar da indisposição com o PT acriano, Petecão afirma que pertencerá à base de apoio de Dilma no Congresso. “Entendo que o Acre precisa muito do governo federal”, afirma. “Vivo em um estado que depende 100% de recursos federais, mas relação com os Vianas não tem jeito. Mas quero ter uma boa relação com o governo federal.” Da Redação, com agências.

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