Disputa por Furnas gera troca de insultos entre Garotinho e Cunha

A briga pelo comando de Furnas Centrais Elétricas, que começou com denúncias e respostas desaforadas, chegou à troca de insultos. O deputado...

A briga pelo comando de Furnas Centrais Elétricas, que começou com denúncias e respostas desaforadas, chegou à troca de insultos. O deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e o ex-governador Anthony Garotinho (PR-RJ) acusaram-se mutuamente nesta sexta, no microblog Twitter.

Garotinho pôs em dúvida a origem do dinheiro de Eduardo Cunha, que, por sua vez, chamou o ex-governador, eleito deputado, de "quadrilheiro". Ambos fizeram ameaças veladas de tornarem públicas informações comprometedoras. "Quem quiser comparar nós dois é só observar o padrão de vida de Eduardo Cunha e o meu. Nos fins de semana vou para Campos, minha cidade. Ele vai para Nova York, onde se hospeda em hotéis de luxo. Eduardo tem polpudas aplicações no mercado financeiro, onde se tornou um grande investidor e mora numa mansão, num dos bairros mais caros do Rio. Eu moro num apartamento alugado, no Flamengo", disse Garotinho, em seu blog e no Twitter.

"Garotinho é caso de polícia e não de política", devolveu Cunha. "Vou preparar uma nota acerca do quadrilheiro Garotinho para encerrar minha parte da polêmica e não vou dar escada para ele ressuscitar", continuou. Inicialmente, a briga de Eduardo Cunha não era com Garotinho, mas com o que o peemedebista chamou de "setores do PT", referindo-se ao deputado licenciado Jorge Bittar (PT-RJ), secretário municipal de Habitação do Rio.

Na semana passada, Bittar encaminhou ao ministro de Relações Institucionais, o petista Luiz Sérgio, um documento em que funcionários de carreira de Furnas denunciam o aparelhamento da estatal e uma série de desvios administrativos, segundo eles patrocinados por Eduardo Cunha.

http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,disputa-por-furnas-gera-troca-de-insultos-entre-garotinho-e-cunha,672387,0.htm

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  1. "A corrupção não deixa provas, mas nem sempre desfaz rastros e evidências." (B. Calheiros Bomfim)

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  2. Pastor gay abre processo contra deputado Eduardo Cunha do PMDB

    O pastor Marcos Gladstone, presidente da Igreja Cristã Contemporânea que recentemente se casou com o também pastor Fabio Inácio, abriu no Mistério Público do Rio de Janeiro uma denúncia contra o deputado federal Eduardo Cunha (PMDB), alegando que suas atitudes são "homofóbicas" e "racistas" em relação à comunidade LGBT.

    De acordo com o pastor, o material de campanha eleitoral do deputado luta contra os direitos dos homossexuais e defende "o direito da pessoa normal", utilizando o bordão "o nosso povo merece respeito".

    Na denúncia, Marcos Gladstone afirma que as atitudes do deputado representam um "retrocesso à democracia, pois as pessoas que são destinadas e eleitas para defender os direitos do povo, incluindo os homossexuais, estão agindo de forma preconceituosa".

    A ação no Ministério Público contra o deputado se deu depois que os pastores receberam na sede da Igreja Cristã Contemporânea cartas, DVDs e CDs com teor homofóbico de sua campanha.

    revista "A Capa"

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