Número de eleitores filiados a partidos políticos ultrapassa 13 milhões

Em novembro de 2010, o número de eleitores filiados a algum partido político no Brasil chegou a 13.885.578. Se comparado ao mesmo mês do ano...

Em novembro de 2010, o número de eleitores filiados a algum partido político no Brasil chegou a 13.885.578. Se comparado ao mesmo mês do ano anterior, houve um aumento de 1.316.720 eleitores. As cinco legendas com maior número de eleitores filiados, em novembro de 2010, são: PMDB, com 2.315.651; PT, com 1.394.292; PP, com 1.369.716; PSDB, com 1.315.527; e PTB, com 1.159.871. Na sequência, vêm PDT (1.129.867) e DEM (1.102.825).

Conforme a lei dos partidos políticos (9.096/95), na segunda semana dos meses de abril e outubro de cada ano, a legenda, por seus órgãos de direção municipais, regionais ou nacional, deverá remeter, aos juízes eleitorais, para arquivamento, publicação e cumprimento dos prazos de filiação partidária para efeito de candidatura a cargos eletivos, a relação dos nomes de todos os seus filiados, da qual constará a data de filiação, o número dos títulos eleitorais e das seções em que estão inscritos.

Para conhecer o quantitativo de eleitores filiados, mês a mês, basta acessar o endereço: http://www.tse.jus.br/internet/eleicoes/eleitores_filiados.htm.

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  1. SERRA NÃO : Bancada do PSDB na Câmara tenta ‘neutralizar’ Serra´´

    Integrantes da bancada do PSDB na Câmara assinaram, em reunião realizada no início da tarde de hoje (26), um documento em que defendem a reeleição à presidência do partido de Sérgio Guerra (PE).
    O documento foi preparado na noite de ontem (25) e teve a “anuência” do senador eleito Aécio Neves (MG) e do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin.
    A eleição está prevista para o final do mês de maio deste ano.
    Segundo integrantes da bancada, a reeleição de Guerra é uma estratégia encontrada por Aécio e Alckmin para eliminar qualquer tentativa de José Serra (SP) em chegar ao comando do partido.
    “Sinaliza uma neutralização da candidatura do Serra”, avaliou um deputado que não quis se identificar.
    Quanto à reação de Guerra pela reeleição, segundo parlamentares ouvidos pelo blog, “ele ficou satisfeito”.
    O documento contou com a assinatura de 53 deputados que participaram da reunião que oficializou o deputado Duarte Nogueira (SP) como líder da bancada para este ano.
    Nogueira é ligado ao grupo de Alckmin.
    Nem o PSDB aguenta mais o Serra. Querem ele longe, bem longe.

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  2. O último que sair que apague a luz

    CelsoJardim

    DEM ameaça guerra jurídica se Kassab sair
    Setores do DEM já admitem que vão pedir à Justiça a devolução do mandato caso o prefeito leve a ideia adiante. Alegam não existir nenhuma brecha que facilite a saída de Kassab na resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), de 2008, que trata da fidelidade partidária.
    “O partido não vai assistir à saída injustificada da agremiação de forma impune”, diz um dos líderes do partido.
    Para o grupo, é claro que haverá reação, até em nome da própria preservação. A legenda perdeu nas eleições do ano passado 9 de seus 52 deputados e 8 de seus 13 senadores – ficou com bancada na Câmara reduzida a 43 parlamentares e com apenas 5 integrantes no Senado.
    Da mesma forma que o então presidente Lula agiu na campanha para tirar votos de candidatos do DEM, Dilma e seu vice, deputado Michel Temer (PMDB-SP), agem agora para atrair Kassab para o PMDB, maior partido da base aliada do governo, e fincar um pé no maior colégio eleitoral do País, São Paulo.
    Para afastar o risco de perder o mandato, Kassab pode esperar a aprovação pelo Congresso de lei que crie uma janela para mudanças partidárias. A decisão de requerer o mandato é predominante no DEM. Ficam de fora apenas os filiados que defendem a fusão com o PMDB, o que inviabilizaria qualquer tipo de recriminação contra a saída do prefeito.
    Integrantes da legenda lembram que o TSE reconheceu o alcance da Resolução nº 22.610, de 11 março de 2008, também com relação à desfiliação imotivada de eleitos para cargos executivos.
    A perda do cargo eletivo por desfiliação partidária ocorrerá nos casos em que não houver os seguintes motivos, tidos como justa causa: incorporação ou fusão do partido, criação de novo partido, mudança substancial ou desvio reiterado do programa partidário, grave discriminação pessoal. DEM ame ou deixe-o” Feitiço virou contra o feiticeiro.
    *Celso Jardim com informações do Estadão

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  3. João Paulo Cunha quer debate sobre a reforma política

    A eleição de 2010 mostrou que o PT não é apenas um partido com a maior militância política do País, mas também, um sucesso nas urnas elegendo grande número de deputados federais e senadores. Um dos parlamentares com maior número de votos dentro do partido foi o deputado João Paulo Cunha, de São Paulo, reeleito para o quinto mandato na Câmara com mais de 255 mil votos.
    O deputado afirma que novos desafios devem ser propostos para ampliar os benefícios à população brasileira, e um dos principais temas a serem tratados ainda este ano é a reforma política. “O Brasil precisa fazer a reforma, pois o nosso sistema é ultrapassado, arcaico e precisa ser alterado. A grande tarefa do nosso partido é encarar a reforma política como uma reforma prioritária”.
    O deputado paulista explica que é importante abraçar a causa para que o País continue se desenvolvendo e gere novos empregos no mesmo ritmo dos oito anos de governo petista. João Paulo Cunha acredita que para a reforma sair do papel é preciso que membros do diretório nacional e parlamentares que atuam na bancada petista transformem essa bandeira em uma ação coletiva e prioritária para este ano.
    Para João Paulo “a luta junto aos movimentos sociais e o trabalho desempenhado com as prefeituras e partidos aliados permitiu uma campanha com tranqüilidade”. Agora em 2011, o PT passa por um novo momento em sua história, que teve inicio com a sucessão presidencial.
    E quando se trata da continuidade de trabalhos, o deputado diz que os eleitos não devem agir apenas em favor do estado de origem. “Quando o parlamentar vota qualquer matéria, quando ele trata de qualquer assunto em Brasília, ele tem que saber que essas matérias terão repercussão em todo País”. (Janary Damacena – Portal PT)
    João Paulo Cunha

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  4. Rio pode perder três cadeiras na Câmara dos Deputados nas próximas eleições

    Rio - O Rio de Janeiro pode perder três deputados federais nas eleições de 2014. A bancada atual do estado, de 46 deputados, poderia ser reduzida a 43 se for levado em conta os dados do Censo 2010, produzido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    De acordo com a Constituição, cada estado deve ter, no mínimo oito e no máximo 70 deputados federais. O cálculo do número de cadeiras na Casa é feita proporcionalmente ao número de habitantes de cada unidade da Federação. Desta forma, uma lei de 1993 prevê que o número de integrantes da bancada de cada estado deve ser atualizado de acordo com a atualização demográfica do IBGE: o Censo.

    No ano passado, a Justiça tentou fazer uma revisão do número de cadeiras para cada estado na Câmara, mas não houve sucesso e a decisão foi adiada para meados de 2013, quando vão se definir as regras para as eleições de 2014.

    Com o crescimento populacional em outros estados, principalmente no Norte e no Nordeste do país, o Rio de Janeiro seria o estado que perderia maior espaço na Câmara: três parlamentares. Em compensação o Pará, por exemplo, ganharia quatro cadeiras.

    Uma das barreiras para a concretização dessa proposta seria a interpretação de um artigo da Constituição Federal, que diz que nenhum estado pode reduzir a atual representação na Câmara dos Deputados. Se interpretada desta forma, a alternativa seria o aumento do número de parlamentares na Câmara.

    Até 2014, no entanto, o Rio permanece representado com 46 parlamentares.

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  5. "Quem não se ocupa de política já tomou a decisão política de que gostaria de se ter poupado: serve o partido dominante." (Max Frisch)

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