Conheça o Movimento Rio Como Vamos e pense se tem como criar algo assim em Itaguaí

O Rio Como Vamos é uma iniciativa apartidária, que pretende monitorar a gestão municipal na cidade do Rio de Janeiro. Queremos que aque...

O Rio Como Vamos é uma iniciativa apartidária, que pretende monitorar a gestão municipal na cidade do Rio de Janeiro. Queremos que aqueles a quem elegemos – prefeito e vereadores – prestem contas de suas atividades. Acreditamos que somente uma boa governança pública com continuidade pode propiciar uma boa qualidade de vida para os seus cidadãos.

Nosso exemplo é o Bogotá Como Vamos que, há mais de 10 anos trabalha na capital colombiana, incentivando o acompanhamento pela população dos indicadores de qualidade de vida na cidade. A Rede de Cidades é um instrumento de mudança da realidade local.

O Rio Como Vamos reivindica que o poder executivo, ao ser eleito, apresente um plano de governo detalhado, até 180 dias após a sua posse, com:

  • Metas objetivas e quantificáveis
  • Indicadores de desempenho para cada setor da administração
  • Ampla divulgação pela mídia
  • Acompanhamento semestral da sua execução

Atuamos através de pesquisas de percepção, com as quais avaliamos o que o carioca pensa da sua cidade. Lançamos um sistema com 90 indicadores sobre o Rio de Janeiro e suas Regiões Administrativas (RAs). As áreas contempladas são Saúde, Educação, Violência e Segurança Pública, Cultura, Meio ambiente, Trânsito e Trabalho, Emprego e Renda. O sistema permite conhecer a cidade por dentro, explicitar as desigualdades e identificar prioridades de ação para as políticas públicas.

Rede de Cidades

O Rio Como Vamos não está sozinho. Sua inspiração vem da experiência bem-sucedida iniciada na cidade de Bogotá, na Colômbia. Em dez anos, essa iniciativa da sociedade civil conseguiu transformar a capital colombiana e melhorar as condições de vida da população.

A rede Como Vamos também recebe o nome de Rede Cidadã por Cidades Justas e Sustentáveis. Integram a rede na América Latina: Barranquilla, Bogotá, Calí, Cartagena e Medellín (Colômbia), Buenos Aires (Argentina), Lima (Peru), Quito (Equador) e Santiago (Chile).

Todas as cidades estão unidas pelo mesmo objetivo: Monitorar e aprimorar seus indicadores de qualidade de vida. No Brasil, a rede começou com o movimento Nossa São Paulo, que acompanha os principais indicadores e metas do Executivo e do Legislativo municipais, a fim de contribuir para a eficácia e transparência das políticas públicas.

Hoje, nacionalmente, foi criada a Rede Social Brasileira por Cidades Justas e Sustentáveis. Fazem parte dela:

Belém (PA); Belo Horizonte (MG); Brasília (DF); Curitiba (PR); Florianópolis (SC); Goiânia (GO); Holambra (SP); Ilha Bela (SP); Ilhéus (BA); Januária (MG); Maringá (PR); Niterói (RJ); Peruibe (SP); Porto Alegre (RS); Recife (PE); Salvador (BA); Ribeirão Bonito (SP); Rio de Janeiro (RJ); Santos (SP); São Luis (MA); São Paulo (SP); Teresópolis (RJ) e Vitória (ES).

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  1. Ótima iniciativa!!!!

    Eu acredito que se criarmos uma rede de cidadãos itaguaienses (jovens e adultos) que se disponibilizem em ceder 1 hora que seja para analisar os dados divulgados pela Prefeitura, podemos começar um movimento Itaguaí Como Vamos sim!!!!

    Cada um na sua área fica mais fácil:

    Educação (vários), Saúde (vários), Contas (alunos da FAMA de contabilidade) e assim vai. tem muitos jovens universitários de Itaguaí e até mesmo os já formados que podem aderir a essa causa.

    Quem ganhará mais com isso são os que fizerem parte e toda a cidade, que ao ter mais cidadãos participativos estimulará os políticos e toda a máquina pública a agir coretamente, para aquilos que ganham: o bem da cidade!

    EU APÓIO!!!!

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  2. O atual Prefeito da Cidade do Rio de Janeiro Eduardo Paes, o DUDU MALVADINHO que foi um dos principais responsáveis pelo esvaziamento das Administrações Regionais (ARs), hoje traz uma solução “importada” para implantar na Capital.

    Na década de 60, o ex-Governador do antigo Estado da Guanabara, Carlos Lacerda, conhecido pelos opositores como “o Corvo do Lavradio”, criou as Regiões Administrativas, as mini-prefeituras, como fazia questão de chamar, com o propósito de descentralizar o poder, principalmente nas regiões mais afastadas do Centro da cidade.

    E foi assim, passando pelos “anos de chumbo” quando começou a perder o status imponente para dar lugar às ações orquestradas pela ditadura militar. Logo após a abertura política, quando por indicação do então Governador Leonel Brizola, conforme ainda determinava a legislação, Marcello Alencar assumiu o cargo de Prefeito da Capital e deu novo fôlego às ARs.

    Do seio das ARs surgiu a legalização de quase a totalidade das Associações de Moradores da Capital, para colocar em prática o ambicioso Projeto Mutirão com a criação do Conselho Governo Comunidade, embrião das Câmara Comunitárias, que contemplava as comunidades carentes com investimentos de urbanização com custos reduzidos. Toda mão-de-obra era oriunda das comunidades, pagas por RPA. Somente os profissionais de formação superior eram servidores públicos.

    Com a saída de Marcello Alencar, assumiu pelo voto popular pela primeira vez na história da Capital Saturnino Braga, que por falta de conhecimento de administração pública, conseguiu “falir” a Prefeitura, deixando uma enorme conta em atraso de salários e pagamento de fornecedores para a administração posterior.

    Cesar Maia deu novo fôlego às ARs com os projetos Favela Bairro e Rio Cidade. Tudo obrigatoriamente deveria passar pelo aval dos Administradores Regionais, dos Subprefeitos e dos Coordenadores Regionais. À bem da verdade, não era tão somente uma forma de administrar, mas um conceito para o surgimento e formação de novas lideranças políticas, que deram suporte aos posteriores governos de Cesar Maia.

    Em meio ao caminho, Cesar Maia lançou Luiz Paulo Conde seu sucessor, que mais tarde rompendo com o seu “criador” aliou-se à “Garotada Campista” para tentar frear o avanço político de Cesar Maia, esvaziando toda a estrutura administrativa com apoio de Eduardo Paes, fortalecendo as subgovernadorias.

    Em seus dois últimos mandatos, Cesar Maia buscou “reconstruir” o papel das ARs, mas foi uma luta inglória. Embora contasse com aprovação da população, sua “base aliada” havia dispersado unindo-se a outras lideranças políticas.

    Os indicadores de metas e resultados surgiram no primeiro governo Cesar Maia, pelas mãos da então Secretária Municipal de Desenvolvimento Social, Wanda Engel Aduan, fundadora da OSCIP RIOVOLUNTÁRIO, um ícone das ações do voluntariado nacional, ex-ministra da Assistência Social e hoje Presidente do Instituto Unibanco.

    Sou plenamente a favor do movimento, principalmente fortalecendo e criando novas ARs em nossa cidade, preferencialmente nos logradouros mais distantes, como forma de descentralizar o poder, mas o DUDU MALVADINHO não criou absolutamente nada e muito menos importou a idéia.

    Que seja dado a Cesar o que é de Cesar! Quem criou a idéia foi Carlos Lacerda nos idos dos anos 60, revitalizada por Marcello Alencar e Cesar Maia.

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