Aramis Brito participa da manifestação "Todos Juntos contra a Corrupção - Compartilhe Honestidade" e é entrevistado pela Revista VEJA

Manifestação convocada pelas redes sociais reúne 2.500 pessoas na Cinelândia, com pauta de reivindicações que inclui exigência de ficha lim...

Manifestação convocada pelas redes sociais reúne 2.500 pessoas na Cinelândia, com pauta de reivindicações que inclui exigência de ficha limpa para os cargos de confiança

Os discursos são cheios de improviso, não há oradores inflamados – ou pelo menos não se vê profissionais do microfone. À primeira vista o que se vê indica certa heterogeneidade de pensamentos. Apesar do formato ainda um tanto indefinido, o recado está claro. Os brasileiros que tomam as ruas desde o último 7 de setembro reprovam a corrupção e os mecanismos que a alimentam. A versão carioca do protesto, criada no Facebook e batizada de Movimento Todos Juntos Contra a Corrupção, reuniu algo perto de 2.500 manifestantes na Cinelândia na tarde e início da noite desta terça-feira no Rio. A pauta de reivindicações, expressa em pequenos folhetos, inclui o fim do foro privilegiado para autoridades acusadas de crimes, a exigência de ficha limpa para cargos de confiança, fim das indicações políticas para cargos técnicos e o bloqueio de bens de políticos envolvidos em atos de corrupção até o julgamento da causa.


Diferentemente dos movimentos nascidos com orientação partidária, os protestos contra a corrupção em curso não temem segmentos específicos da sociedade que, quando atacados, podem gerar perdas de votos. Assim, servidores públicos deixam de ser tratados como uma casta intocável e recebem críticas. “Tem muita gente no serviço público acomodada, sem fazer nada, sem cumprir seu papel”, cobrou um orador anônimo.

Os protestos de agora também diferem muito de qualquer falatório do período eleitoral, quando os ônibus costumam lotar os arredores do movimento – sempre financiados por alguma instituição, sindicato ou, lamentavelmente, governos. A ideia, aqui, é diferente. Desde o início da tarde, os manifestantes isolados, ou em pequenos grupos, ocuparam a praça da Cinelândia e as escadarias da Câmara Municipal do Rio. Os 2.500 manifestantes são por conta da Polícia Militar, que levou homens do Batalhão de Choque e deixou a cavalaria a postos. Os organizadores estimam a frequência em 4 mil pessoas.
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A Cinelândia foi, literalmente, do povo na tarde de terça-feira. Aramis Brito, 46 anos, veio com grupo de 10 pessoas de Itaguaí, a cerca de 70 quilômetros do Rio. Todos são integrantes da igreja protestante Projeto Água da Vida, que tem nove sedes no estado. “Escrevo manifestos semanais contra a corrupção. Somos uma entidade altamente politizada, mas ainda sem ligação com partidos”, explicou. Há duas semanas, Aramis se filiou ao PSC, mas ainda não decidiu sobre sua entrada na política. “Neste momento, é injusto falar de Dilma porque o tempo ainda é curto. Mas é inegável que ela está presa a um corporativismo político bem estruturado pelo Lula e pelo José Dirceu”, afirmou.
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  1. Essa manifestação é um sinal que o povo esta acordando, esta cansado de ver tanta corrupção. Eu participei do protesto, acreditando que tem jeito para mudar, o povo tem força basta se unir. Ainda foi muito timido o movimento, muitas pessoas falaram que iriam , mas não foram. Mas tenho certeza que no Proximo dia 12 de outubro, ta marcado para haver outra manifestação na Orla de Copacabana, tera mais gente.Temos que agregar mais pessoas ao movimento. Conscientizando da realidade politica, de seus direitos. Novos ventos Movem o Mundo. Não aguentamos mais tanta Corrupção.
    Cade os homens publicos de Itaguai que não foram para Cinelandia participar da manifestação.
    Imagine , se as pessoas daqui de Itaguai se reunissem e fossem para praça gritar que não aguenta mais ser enganados. Honestidade, transparencia, na pOlitica!
    Muitas acham bobeira ir ate lá , tentar mudar fazer diferente, enquanto isso muita gente sofre pela Opressao e descaso das Autoridades Publicas!.

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  2. Eu também fui para o protesto junto com o pastor Aramis e alguns jovens aqui da cidade para o protesto e vi uma sociedade pronta para lutar pelos seus direitos uma sociedade que entendeu que é unindo forças que iremos combater esta corrupção, vi também um povo que acredita na mudança deste pais.
    Vi idosos, adultos, jovens e adolescentes todos em um só grito em uma só voz foi inspirador saber que não estamos sozinhos nesta luta contra a corrupção.

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  3. Já ouvi falar que manifestação para dar certo tem que ter conteúdo, ou seja, o povo tem que ver seus direitos violados. Porém, eu estive na última manifestação na Cinelandia, e percebi uma participação ainda tímida, com estimativa de 2.500 pessoas. Será que não conseguimos enxergar que a miséria do Brasil está diretamente ligada a corrupção e que os serviços públicos poderiam ser bem melhores? - Vamos lá Brasil, esse movimento não pode parar. Será que vai dar certo? É claro que vai, pergunte a Líbia! Pergunte ao Kadafi?

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  4. Aramis devia falar no blog um pouco do seu passado. Quem sabe ele parava de falar dos politicos e olhava para o seu rabo.

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  5. Anônimo fala sério você meu querido acha que o Pastor Aramis Brito vai olhar o passado dele como uma referência para não falar m....no futuro? Anônimo o meu ou o seu esta forte ou fraco demais!!Gosto de você,beijos!!!

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  6. Augusto Moraes (tenho coragem de dizer o meu nome)sábado, 01 outubro, 2011

    Todo mundo já fez merda quando jovem. Então quer dizer que quem fez merda no passado não pode fazer mais nada de bom na vida? É assim que pensam as pessoas de itaguaí? se for, então essa cidade continuará sendo um balaio de políticos bandidos!

    Fica uma frase:
    "Os homens são mais constantes no ódio que no amor."

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  7. País dos manetas
    Se cortar a mão fosse o castigo para os corruptos e dilapidadores dos cofres públicos, o Brasil seguramente se destacaria dentre os maiores em quantidade de manetas.
    Mario Pallazini – Aposentado - São Paulo – SP. - e-mail:mpallazini@hotmail.com

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