Faleceu um dos ícones da política de Itaguaí, Otoni Rocha - Luto

O ex-prefeito de Itaguaí, Otoni Rocha, morreu às 21h20 desta quarta-feira (15) no Hospital Nossa Senhora do Carmo, em Campo Grande, em raz...

O ex-prefeito de Itaguaí, Otoni Rocha, morreu às 21h20 desta quarta-feira (15) no Hospital Nossa Senhora do Carmo, em Campo Grande, em razão de um câncer. Segundo a família, ele teria se sentido mal, foi socorrido pelo Samu e levado para o hospital, onde foi internado no Centro de Terapia Intensiva (CTI). O corpo está sendo velado no plenário da Câmara Municipal de Itaguaí, onde familiares, amigos e correligionários prestam as últimas homenagens. O enterro acontece às 15h de hoje, no Cemitério São Francisco Xavier. A prefeitura de Itaguaí decretou luto oficial de 3 dias.

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  1. Otoni Rocha- Bondoso,generoso,amigo verdadeiro,excelente político... creio que era um pai expetacular e um avô amoroso...sem palavras para descrever esse pessoa tão querida por muitos e por mim em especial...Que sempre admirei de mais!!! Vai deixar muitas saudades!Descance em paz amigo! Que Deus conforte o coração de toda família...

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  2. Perdemos hoje o ex-prefeito de Itaguaí Otoni Rocha, uma pessoa especial e um político sempre a frente do seu tempo.A toda família meus sentimentos,ao Vicente Rocha um abraço apertado com muito carinho.Leonardo manda lembranças nessa hora tão triste,sem palavras!!!

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  3. Aplicação da lei esbarra na lentidão




    Autor(es): agência o globo:Cassio Bruno



    O Globo - 16/02/2012










    No Rio, de 28 pré-candidatos com mandato e processos, só um foi condenado em 2 instância


    A aplicação da Lei da Ficha Limpa nas eleições deste ano - se aprovada hoje no Supremo Tribunal Federal - pode esbarrar na morosidade do Judiciário. Dos 28 políticos do Rio com mandato de vereador na capital, deputado ou prefeito e que são citados em processos, apenas um deles seria punido e não poderia concorrer. A deputada estadual Andreia Busatto (PDT), conhecida como Andreia do Charlinho, foi condenada em segunda instância pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RJ) por abuso de poder econômico e político. Ela pretende disputar a prefeitura de Mangaratiba, na Costa Verde, e recorre ao Tribunal Superior Eleitoral.

    O levantamento de parlamentares que respondem a processos foi feito pelo GLOBO com base nas Justiças Federal, Estadual e eleitoral, além de tribunais superiores e informações da ONG Transparência Brasil. A Lei da Ficha Limpa proíbe a candidatura de políticos condenados em segunda instância ou com o processo transitado em julgado.

    O cumprimento da pena, no entanto, tropeça em inúmeros recursos impetrados pelos réus. Para especialistas, a lentidão da tramitação dessas ações dificulta a aplicação, e parte dos processos acaba prescrevendo.

    - Isso impede a aplicação da lei. Deixa de atender aos anseios da população, que é barrar esses políticos que querem se candidatar - afirmou o procurador regional eleitoral substituto do Rio, Paulo Roberto Berenger.

    Andreia do Charlinho foi condenada em 19 de setembro de 2010, juntamente com o marido, o prefeito de Itaguaí, Carlo Busatto Júnior, o Charlinho (PMDB). Os dois foram punidos pelo TRE-RJ por usarem a administração municipal e veículos de comunicação da região para captar votos, tornando-se inelegíveis por oito anos. Em sua sustentação, a Procuradoria Regional Eleitoral relatou que funcionários não concursados foram desligados da prefeitura para pressioná-los a pedir votos para a deputada.

    Procurada ontem pelo GLOBO em seu gabinete na Assembleia Legislativa (Alerj) do Rio, Andreia do Charlinho não foi encontrada. A assessoria da parlamentar não deu retorno aos pedidos de entrevista.

    Para Eurico Figueiredo, cientista político e professor da Universidade Federal Fluminense (UFF), a Lei da Ficha Limpa, aliada a cobranças feitas pela sociedade, representam um avanço. No entanto, segundo o professor, o sucesso em sua aplicação ainda depende de uma ampla reforma no Judiciário.

    - Hoje nós temos a instituição da vigilância, que é o cidadão acompanhando a atuação dos políticos. Temos o instrumento da punição, no caso a Lei da Ficha Limpa, mas ambos encontram a lentidão do Judiciário. Lento porque permite tantos recursos que acabam beneficiando o réu. Em muitos casos, são tantos os recursos que o crime prescreve. O réu não é punido. É preciso que isso seja revisto - disse Figueiredo.

    Movimentos pela ética na política são unânimes em afirmar que, a médio prazo, a Ficha Limpa ajudará a evitar a candidatura de condenados que buscam mandatos, inclusive, para ter foro privilegiado. Além de melhorar a qualidade da representação no Legislativo.

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  4. Fica um vazio na politica local, mais ele fez seu legado, e soube conduzir muito bem os passos do nossa amigo e guerreiro Vicentinho, sentiremos muito pelo velho e lobo Otoni rocha, pessoa que tenho muito agradecer....Mais esteve entre nós e fez e cumpriu muito bem sua missão descanse em paz..velho lobo.....Luto.

    Carlos Nascimento

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