VAMOS PENSAR SOBRE OS EDUCADORES (por Eduardo Teffé)

( por Eduardo Teffé ) Dias atrás eu li no facebook a reclamação de uma amiga sobre o fato de algumas pessoas do atual governo fazerem “c...

(por Eduardo Teffé)

Dias atrás eu li no facebook a reclamação de uma amiga sobre o fato de algumas pessoas do atual governo fazerem “chacota” sobre o trabalho de alguns educadores na gestão passada e apontarem sua não qualificação (essa sitação da não qualificação me foi relatada por outras pessoas também).

MAS VAMOS PENSAR UM POUCO

 O governo atual tem alocada as funções destes oficineiros para preferencialmente professores da classe DE-I, pois os mesmos são formados e tem noções pedagógicas. Mas isto não resolve o problema da não qualificação. Se os educadores tinham formação artística e não tinham a pedagógica os atuais podem ter formação pedagógica e não formação artística. Só estão descobrindo um outro lado do cobertor.

E como resolver o dilema? Tanto na gestão passada como na atual a carência de verdade está na SELEÇÃO E TREINAMENTO. É preciso escolher pessoas por vontade, talento, disciplina e vocação (a maioria dos trabalhos ruins no passado foram feitas por pessoas apadrinhadas e não pelos artistas regionais), e treinar bem (no passado os educadores deveriam ter passado por um bom ciclo de noções pedagógicas aplicadas a arte e atualmente é a necessidade de formação artística).


Por Eduardo Teffé - Colunista do Blog Política de Itaguaí

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  1. É mais fácil e simples um PROFESSOR que se preparou para estar em uma sala de aula aprenda a parte artística, do que pegar um pseudo-artista e jogar na sala de aula. Ano passado vimos situações de oficineiros agredindo alunos, e sem a mínima condição de estar em contato com crianças e adolescentes. Portanto, tem que ser PROFESSOR, para estar em SALA DE AULA.

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  2. Olá Anônimo! Eu tenho ciência que existem os exemplos ruins ... mas acredito que esse problemas se dava na hora da contratação (sem pessoas adequadas para realizar a seleção ou agente contratada por indicação politica), do treinamento (inexistente para a prática pedagógica) e do controle (como funcionava o controle ? alguém sabia!?)

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